Durante a greve, atores ainda podem trabalhar em videogames

Reprodução: Elenco de de Marvel's Spider-Man 2 na San Diego Comic-Con - Yuri Lowenthal (Peter Parker), Nadji Jeter (Miles Morales e Tony Todd.(Venom)

A greve de milhares de membros e atores do SAG-AFTRA paralisou diversas produções. A única produção permitida a não parar as atividades envolvendo atores é a de videogames. Os membros do sindicato não podem atuar em produções de TV, cinema, teatro e streaming, nem promover projetos que já tenham filmado, mas podem trabalhar em outros tipos de produções, inclusive videogames.

Troy Baker, Jeffrey Pierce, Hana Hayes em sessão de mocap de The Last of Us (2012)

Uma cláusula em uma FAQ para membros do sindicato diz que “o trabalho comercial ou de videogame não está coberto pela greve”, o que inclui atuação de captura de movimento e performance. A atuação em videogames, juntamente com a mídia, como comerciais, talk shows, game shows, videoclipes e audiolivros, são cobertos por contratos separados. Se há qualquer produção de videogame onde os atores estão trabalhando nesse momento, fica a critério dos envolvidos se querem ou não aderir com uma paralisação.

Atores também podem promover seus trabalhos em jogos em eventos como, por exemplo, a San Diego Comic-Con, que está acontecendo nesta semana, que inclusive contou ontem com os atores de Marvel's Spider-Man 2, Yuri Lowenthal, Nadji Jeter, Laura Bailey e Tony Todd.

Os painéis de videogames não entram em conflito com as regras do SAG-AFTRA, ao contrário de painéis como o de Twisted Metal – série live-action do Peacock baseada na clássica franquia de jogos PlayStation, que não pôde contar com o elenco Anthony Mackie, Will Arnett e Stephanie Beatriz.

Fonte: Polygon

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